Hipertexto

Mídia Sem Máscara

Notícias:
1- A Ditadura do Proletariado, segundo Max
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6549&language=pt

2- Embrião Humano: Pessoa ou coisa?
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6408

Nova forma de escrita
*O texto foi pensado para receber HTXT?

1- Não, pois segue uma corrente de pensamento onde não pode haver quebra da matéria ou seja, o que o hipertexto oferece(novos caminhos).

2- Não, porque já existem outras opções dentro dos assuntos linkados no menu Editorias. No fim do artigo, da notícia, existe um link que leva para maiores informações, e não está no meio do texto por o site adotar um modelo que não quebra a leitura, não istiga o leitor a trocar de canal.

*Há ligação semântica? Como foram feitas?

1- Não há ligação semântica, mas o site usa de um menu que relaciona os mais recentes artigos do mesmo autor que escreveu o texto q o usuário está lendo.

2- Há ligação semântica apenas no final do artigo onde um link liga a outro site com mais informações do assunto abordado.

Nova forma de pontuação
*As expressões que viraram conexões fazem sentidos? ou foram escolhidos de forma aleatória?

1- Não há isso nos textos escolhidos. Mas, a ligação feita atravéz do menu dos mesmos textos do autor é uma conexão com sentido.

2- O link escolhido também faz sentido.

Nova forma de leitura
*O texto foi pensado para estimar a participação do leitor?

1 e 2 – Não, foi feito apenas para leitura, sem permitir nem comentários.

*De que maneira o HTXT estimula o trajeto(percurso) do leitor por diferentes NÓS (outros HTXTs)?

1 e 2 – Não existe HTXT nos textos escolhidos, porém, normalmente é para isso que serve o hiperlink: estimular o leitor a traçar novas trajetórias em torno de um mesmo contexto e, atravéz desse, permitir novos horizontes.

GLOSS Revista Abril

Notícias:
1- Monte um currículo perfeito e consiga seu emprego.
http://gloss.abril.com.br/noticia/carreira/edicoes/005/conteudo_269973.shtml

2- Sleeveface: A nova mania da internet
http://gloss.abril.com.br/noticia/cultura/edicoes/007/conteudo_275206.shtml

Nova forma de escrita
*O texto foi pensado para receber HTXT?

1- Existe apenas um hipertexto, mas o texto não foi pensado para receber HTXT.

2- A matéria faz ligações hipertextuais através de “matérias relacionadas” e sessões, do tipo “vídeo ensina a fazer um sleeveface”.

*Há ligação semântica? Como foram feitas?

1 e 2 – Há ligação, mas ela não interrompe a leitura da matéria, apenas instiga que no fim dela o leitor gire mais em torno do assunto.

Nova forma de pontuação
*As expressões que viraram conexões fazem sentidos? ou foram escolhidos de forma aleatória?

1- Fazem sentido, porque conectam o leitor com um site que oferece opções dentro do assunto tratado.

2- Existe sentido, pois conecta diretamente com os outros tópicos dentro da matéria e com o site externo do conteúdo ue está sendo apresentado

nova forma de leitura
*O texto foi pensado para estimar a participação do leitor?

1 e 2- O texto não estimula o leitor a seguir outra linha dentro da notícia. Não permite também comentários que comtam com a participação do leitor.

*De que maneira o HTXT estimula o trajeto(percurso) do leitor por diferentes NÓS (outros HTXTs)?

1 e 2- Mesmo não tendo HTXT nos textos escolhidos, o hipertexto foi criado para permitir cruzamentos entre assuntos, permite saltos, ligações, entre documentos de mesma referência.



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Orkut para Celulares

O Google lançou neste final de semana a versão do Orkut para telefones celulares. Para acessar, é necessário apenas ter um telefone celular conectado à internet e o endereço m.orkut.com digitado no browser do aparelho.

A página, mais leve que o Orkut original, permite verificar uma versão resumida dos perfis e também ver e enviar “scraps”.

O site, programado para a tela do aparelho telefônico, traz menos imagens e um código com menos informações. Assim, o aparelho baixa as páginas com mais rapidez. Como as operadoras de celular cobram por quantidade de dados baixados, sai mais barato navegar por essa nova versão.

Nada como poder dar uma olhadinha rápida nossos scraps e poder responder algo “urgente”, não é?!

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China x Inovações Tecnologicas

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Técnicas de Impressão do Jornal VS

 

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O Jornal VS, é o jornal mais vendido e lido em todo o Vale dos Sinos, mesmo sendo um jornal diário, está sempre com as mais importantes notícias de todo o Brasil sendo organizadas na sua redação situada na cidade de São Leopoldo esendo organizadas na redaçurto e uma ta para a produçtribu pProduzido junto com o Jornal NH em Novo Hamburgo e distribuído no Vale dos Sinos.

O VS é produzido por uma máquina chamada Manroland, que é automatizada e digital. Essa máquina tem a capacidade de imprimir simultaneamente 80 páginas P&B e 32 coloridas, podendo fazer com que sejam impressos 30000 jornais por hora, no formato tablóide 42cm, ele tem 15 folhas e é colorido.

Falando em linguagem tecnológica, na minha opinião, o VS esta usando tecnologia de ponta para a produção de seus exemplares, pois as páginas são coloridas da primeira até a última(menos os classificados) por um tempo muito curto e uma ótima resolução de impressão.

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Hierarquia das Necessidades

Porque comprei um celular do modelo V3 pink:

  1. Pela cor rosa
  2. Por possuir câmera
  3. Porque gosto da marca Motorola
  4. Por ter MP3
  5. Pela espessura
  6. Por ser de flip
  7. Pelo interesse de suas funções apresentadas na propaganda
  8. por ter uma tela externa

Primeiro comprei pela escolha da operadora, a Tim.

Segundo porque possui as funcionalidades que eu desejava(fazer e receber ligações, tirar fotos e MP3)

Terceiro pela usabilidade, como possuir menu rápido e tela externa.

Quarto e último, pela questão estética e pelas propagandas.

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Tecnicas de Impressão do séc. XIX

No final do século XIX, com a construção do prelo de Stanhope, totalmente em ferro, é que a tipografia evoluiu acentuadamente. Senefelder tinha já inventado um novo processo de impressão, sem semelhança com nenhum anterior. – a Litografia.

Uma das tecnicas do século XIX, era a litografia, tecnica de impressão que utiliza uma pedra calcária de grão muito fino e baseia-se na repulsão entre água e substâncias gordurosas. Coube a Alois Senefelder o mérito de ter equacionado e sistematizado os princípios básicos da impressão a partir da pedra. Foi em 1796, em Munique, que Senefelder, autor de teatro, na procura de meios de impressão para seus textos e partituras, uma vez que não encontrava entusiasmo por parte dos editores, acabou por inventar um processo químico que permitia uma impressão econômica e menos morosa que os procedimentos gráficos da época.

A invenção abriu novos caminhos para a produção artística significou também um enorme passo na evolução da impressão de caráter comercial.

Ao contrário das outras técnicas da gravura, a litografia é planográfica, ou seja, o desenho é feito atravéz da gordura aplicada sobre a superfície da matriz, e não através de fendas e sulcos na matriz, como na xilogravura e na gravura em metal.

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Henrrique Fleiuss

  • pintor de aquarelas, desenhista e caricaturista
  • fundou uma oficina tipo-litográfica
  • Fundo a Semana Ilustrada
  • Foi o autor do primeiro cartaz produzido no Brasil

Nascido em Colônia (Alemanha) e falecido no Rio de Janeiro (RJ). Estudou arte na cidade natal e em Dusseldorf, e Ciências Naturais e Música em Munique. Veio para o Brasil em 1858, a conselho de Von Martius, percorrendo logo ao chegar várias províncias nortistas, cuja paisagem e costumes fixou em aquarelas, veículo em que se expressava superiormente. Estudou arte na sua cidade natal e em Dusseldorf, e Ciências Naturais e Música em Munique. Em 1859,no Rio de Janeiro, fundou uma oficina tipo-litográfica com o irmão Carlos Fleuiss e o pintor Carlos Linde. Essa oficina tornar-se-ia em 1863 o Instituto Artístico Imperial por decreto de Pedro II do Brasil.

Considerado por Herman Lima o verdadeiro criador da imprensa humorística ilustrada no país, graças à Semana Ilustrada, por ele fundada em 1860 e que viveria até 1876.

Foi o autor do primeiro cartaz produzido no Brasil, em 1860, justamente para anunciar o surgimento da Semana Ilustrada, como dele partiu também a criação da primeira oficina de ensino de xilogravura no país, fundada no Rio de Janeiro, em 1863, como um curso regular, de três anos.

Obras:

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Adeus e emoção no embarque do 1° batalhão de Voluntários do Rio de Janeiro, Henrique Fleiuss. Fonte: Carvalho, 1998.

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